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Pagina das Canções da Fogueira Santa De Israel No Monte Carmelo – Na Fé De Elias - 2014

Pagina das Canções da Fogueira Santa De Israel No Monte Carmelo – Na Fé De Elias - 2014

Nesta Pagina voces poderam encontrar musicas que falem sobre a campanha de israel na Fé de Elias nos Diferentes Idiomas: Portuges; Espanhol; Ingles.
Por nossos colaboradores Teclaqdistas de musicas:
Pr. Andre Etzberger                                  Pr. Jaime Ospino
Pr. Cosme Silva                                        Pr. Edmi Rivero
Pr. Milton Cardoso                                   Pr. Felipe Marques
Pr. Jackson Cardoso                                 Pr. Everson França
Pr. Levi Da Luz                                         Pr. Luan Ferreira
Pr. Sixto Abarca                                       Pr. Danilo de Jesus                                     
                                   Obr. Luis Felipe 

                                    Pedro Rodrigues
e Nossos grandes amigo que sempre estao presente nas musicas: Obr. Matias Morales y Obr. Clayton Honda
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Giovani Santos Y Marcello Domingues - Nao AH Barreras

Grande Maestros de la Musica en la IURD
 Giovani Santos Y Marcello Dominguez

El Mas Nuevo cd de Giovani Santos Un Gran Tecladista de la IURD

Ah Pedido del Publico aqui esta el mas nuevo cd de Giovani Santos Honra Y Placer espero que sea de gran Ayuda para todos ustedes y sea de su agrado Porximamente estaremos posteando mas musicas exclusivas de Rogerio Luis y de Otros Tecladistas mas


Deus Cuida de mi y de vc

Me gusta muyto este video espero que sea de seu agrado

Entrevista com Giovani


O cantor e compositor gospel Giovani Santos conta como chegou à IURD e fala sobre sua carreira

Com o timbre de voz fina e sempre sorridente, o cantor, compositor e tecladista Giovani Santos, de 35 anos, fala sobre sua conversão, o interesse pela música, a trajetória como tecladista da IURD e sua família. Ele compartilha com os internautas do Arca Universal os desafios vividos e as vitórias alcançadas com seu novo trabalho o CD “Honra e Prazer”.

Como você conheceu o Senhor Jesus?

Cheguei à Igreja aos 9 anos de idade. Minha mãe sofria muito com problemas dentro de casa, por causa de brigas com meu pai, que, como músico, sempre levou a vida dele em salão de bailes. Na ocasião, ela buscou ajuda na IURD e me levou junto. Lá, conheci um obreiro, que hoje é pastor, que sempre me orientava a respeito da fé. Dizia que eu tinha que me converter, e eu não sabia o que era isso. Era pequeno ainda. Ele me deu uma Bíblia, foi me ensinando e ali eu fui desenvolvendo, crescendo espiritualmente. Aos 10 anos já era obreiro da Igreja, contrariando demais o meu pai, já que o sonho dele era que eu fosse um músico, tal como ele, que eu tocasse em salão de bailes, do estilo dele, mas eu escolhi a Igreja e lá fiquei. Conheci a Deus e cresci na presença dEle. Aos 15 anos já estava fazendo a obra do Senhor.

Como surgiu o interesse pela música?

Um dia, com 16 anos, fui à IURD do Brás e lá vi um rapaz tocando teclado, o que despertou meu interesse. Na ocasião, havia ganhado do pastor da minha Igreja um violão, e o bispo Marcelo Brayner, que na ocasião estava em São Paulo, me ensinou umas notas nele. Ali eu comecei a me aperfeiçoar e, aos poucos, fui tomando gosto pela música, porém, não por tocar violão, mas sim pelo teclado.

É verdade que aprendeu a tocar teclado sozinho?

Sim, é verdade. Eu nunca estudei teclado. É talento mesmo. Eu nunca entrei numa sala de aula de teclado, não sei nem como é. Muitas notas eu mal sei o nome. Às vezes eu começo a tocar e vai saindo algo bonito, mas eu não sei nem o que estou fazendo. Chego a chorar, porque eu não acredito que está saindo aquilo, de tão bonito que ficou. É mesmo um talento que Deus me concedeu.

Quais as dificuldades que encontrou para aprender a tocar teclado sozinho?

Por incrível que pareça não foi muito difícil, pelo fato de eu já saber as notas no violão. Eu tirava e jogava para o teclado, mas exigiu dedicação, compromisso, força de vontade e muito treino. Como eu toquei durante muito tempo sozinho na Igreja, me dedicava quase que integralmente ao teclado. Acredito que esse foi o meu maior aprendizado, sem contar meu gosto por música instrumental, que eu ouço muito, gosto demais. Até hoje eu treino muito. Eu ligo o teclado e fico acompanhando um CD que coloco para tocar. É muito gostoso.

Durante anos você foi tecladista na Igreja Universal. O que você tem a falar desse período?

Foi um período maravilhoso, de aprendizado, de lutas, mas de grandes vitórias. A Igreja Universal é a minha mãe. Imagine uma criança que chegou aos 9 anos de idade e aos 10 foi levantada a obreiro; imagine todo esse tempo? Assim foi a minha vida, e hoje, aos 35 anos, continuo nela, não mais como tecladista, mas eu amo a Igreja Universal demais, ela é mais do que uma mãe pra mim. Cuidou da minha vida física, material e, principalmente, espiritual. Só tenho a agradecer pela existência dessa porta aberta.

O que o motivou a partir para a carreira solo?

A Bíblia diz que cada um permaneça na vocação em que foi chamado, e minha vocação é tocar, cantar. Eu sentia no meu coração que Deus queria me usar dessa forma, mas eu não planejei nada. Eu vi que o que Deus desenvolveu na minha vida foi o louvor, e um dia li sobre isso na Bíblia. Ali eu tive a certeza no meu coração de que deveria seguir neste caminho. Eu pensei: “Vou permanecer na vocação que Ele me deu, só que tenho que sair, ir para a rua, não importando a quantidade de gente, até porque se eu pensasse nisso, não sairia, mas decidi me dedicar. E deu certo.

Quais os desafios enfrentados nessa nova etapa de sua vida?

Foram muitos, mas desde que decidi sair pra me dedicar a esse ministério, uma das maiores dificuldades que enfrentei foi me apresentar em outras igrejas, já que estava acostumado somente ali, na Igreja Universal, tocando e cantando todos os dias. Por outro lado, apesar de, na época, ninguém me conhecer, quando eu abria a boca e começava a cantar, logo as pessoas reconheciam minha voz, porque elas assistem às programações da IURD na tevê, ouvem a rádio, e eu estava ali, diariamente, quando era tecladista da IURD. Mas são desafios que fazem parte da nossa vida. Eu tenho aprendido muito e tenho sido muito bem recebido por essas denominações. Quando tomamos atitudes baseadas na fé, de uma forma ou de outra, dá certo.

Você é casado há bastante tempo e tem um filho. Qual a importância da família para sua vida profissional?

Se não fosse a minha esposa, Patrícia, me apoiar, não sei se estaria aqui ainda. Porque tudo o que eu já decidi foi em concordância com ela. Na época em que decidi casar com ela, foi um momento difícil pra gente, e ela teve que ser firme nesse propósito. Quando decidi sair para me dedicar ao ministério tive o total apoio da Patrícia. Ela sempre disse que estaria ao meu lado em qualquer decisão. E isso é muito importante, porque se tenho uma esposa que não concorda com o que faço, não vai dar certo. A verdade é que se eu não tivesse a família que tenho hoje, acho que não chegaria até aqui.

Além de cantar e tocar, você também compõe a maioria de suas músicas. Como é esse processo de composição e onde você encontra inspiração?

Componho imaginando uma pessoa entrando pela primeira vez na presença de Deus; outras eu imagino buscando o Espírito Santo; ou me coloco no lugar daquela pessoa que saiu da presença de Deus, mas está voltando; às vezes, no lugar daquela que está sofrendo demais. Enfim, é assim que eu sempre componho, procuro me colocar no lugar de um sofredor ou de um adorador para escrever uma canção. E, claro, a minha inspiração vem de Deus, não tenha dúvida.

Você tem três CDs gravados, sendo dois pela Line Records, e algumas coletâneas. A música “Honra e Prazer” - que também é título do seu mais recente trabalho, lançado há pouco mais de 2 meses - está entre as mais tocadas na Rede Aleluia, seguida de outras canções do mesmo CD. Como você avalia esse reconhecimento?

Colhendo o que de bom eu plantei nesses anos todos. Vejo Deus honrando os propósitos do meu coração e abençoando o trabalho das minhas mãos.

Quais são seus planos para o futuro?

Continuar fazendo exatamente aquilo que faço hoje: louvar o meu Deus, através das minhas canções e composições. Estou feliz e realizado porque faço exatamente o que amo. Hoje, vivo muito bem com meu pai, ele é um grande amigo meu, tenho uma família maravilhosa e só tenho a agradecer a Deus pelas bênçãos que Ele tem derramado sobre a minha vida.

A batalha final – Giovani Santos

Un Gran Homenaje al Cantautor que ah tenido la Igreja Universal - Giovani Santos

Un Homenaje al Gran Cantante y Compositor de Grandes Cançoes y Fondos de Oraçoes que la Igreja Universal Ah tenido:
Giovani Santos

Giovani Costa dos Santos, nasceu em 26/03/75, no bairro de Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo, em uma família de classe média. Aos 9 anos de idade, sua mãe o levou para a igreja juntamente com seus dois irmãos, Wanderley e Wagner. Ali, na Igreja Universal do Reino de Deus, no Jardim Ângela, ainda muito jovem, descobriu seu desejo de servir a Deus. Trabalhou como obreiro e auxiliar de pastor, sempre com o intuito de ganhar muitas almas para o Reino de Deus. Em 1997, casou-se com Patricia dos Santos. Em 2002, nasceu seu filho, Guilherme Santos
Aos 15 anos, durante um culto de louvor e adoração, Deus começa a despertá-lo para a música. Sem nenhuma experiência anterior, Giovani percebe que este é o ministério escolhido por Deus para sua vida. O primeiro instrumento que aprendeu a tocar foi o violão; depois vieram o teclado, o baixo e a bateria.
Giovani declara que não tem preferência por nenhuma de suas habilidades: “me sinto muito bem quando canto, componho ou toco, porque tudo é para Deus e para Sua glória”, justifica.Porém, de todos estes, o que mais pratica é o teclado, de onde também saem as composições feitas por ele.
Sua primeira gravação acontece no ano de 1.999 com o CD Simplesmente por Amor.Intérprete, instrumentista e compositor, Giovani sempre foi muito bem sucedidoem seu ministério como levita. Suas composições já foram interpretadas nas vozes de cantores consagrados do meio gospel, como Isis Regina e dos bispos Marcelo Brayner, Gerson Cardoso e Adilson Silva.
Também participou de vários eventos, inclusive para grandes platéias, como noestádio do Maracanã e do Pacaembu, e em casas de espetáculo como Olímpia e ATL Hall.
Giovani está sempre envolvido com a música, profissionalmente ou mesmo em seus momentos livres: “meu hobby é tocar piano”, declara. Mais que um objetivo, Giovani afirma que seu ministério é ganhar almas para Jesus – alcançar pessoas sofridas – e louvar a Deus, através de sua música. “Vejo o momento que estou vivendo como uma grande oportunidade que o Senhor me concedeu para eu levar a frente este chamado”, acredita. Com seu novo CD Giovani espera dar muitos frutos, ganhar muitas almas. “Que tudo seja realizado unicamente para a glória do Senhor Jesus Cristo”, conclui.
“Agrada-te do Senhor, e ele satisfará aos desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará. Fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu direito como o sol ao meio-dia.” Salmo 37:4-6

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